FPF reforça ataque em massa do futebol contra bom senso na pandemia

FPF reforça ataque em massa do futebol contra bom senso na pandemia

No momento da escrita, uma mãe apareceu na televisão chorando pela morte de seu filho de 22 anos em São Paulo.

Em breve, a Federação Paulista de Futebol divulgou nota informando que trabalha para sediar os Jogos Paulista em outros estados. A razão disso foi um protesto do governo de São Paulo por recomendação do Ministério Público do país.

O comunicado do sindicato afirma que os grupos representados “têm o contexto e a oportunidade de julgar o caso para garantir o andamento da competição”.

Ofaya dos motivos expostos como a FPF e o clube oficialmente é que “como outros setores econômicos que continuam a trabalhar com restrições, o futebol deve seguir as mesmas condições”.

A frieza de quem aponta os tribunais e de quem busca direitos iguais são diferentes da de uma mãe que perdeu seu filho.

Também fica evidente pelo aumento dramático do número de epidemias no Brasil. A FPF afirmou: “O futebol paulista está ciente da gravidade da 19ª epidemia e, mais uma vez, está profundamente entristecido por esta difícil situação para o país e para o estado de São Paulo”.

É raro evitar a interpretação de que os líderes não mostram compaixão por aqueles que sofrem de problemas de saúde.

Não é uma luta, é um tempo de desunião. É compaixão e compreensão.

Os chapéus grandes escolheram carregar a bandeira do egoísmo para elevar uma classe para receber atenção e preocupação de outros.

Pensar em levar os jogos para outros estados é arriscar e ignorar o fato de que o país precisa reduzir a disseminação da população para combater a disseminação do vírus. Cada ajuda é importante. Não importa seu tamanho.

A equipa e as equipas não perceberam os estragos que estavam a causar às suas fotografias e às das suas instituições, além dos riscos para a saúde dos médicos nas suas competições e dos seus familiares. Até mesmo membros do parlamento elogiaram a cortesia dos membros.

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Claro, os gerentes têm seu pagamento. Mas o ressurgimento do falso ódio criado pelo presidente Jair Bolsonaro entre a saúde e a economia não está ajudando o país.

É hora de o futebol dar um bom exemplo. Mas aconteceu o contrário. A abordagem da FPF à justiça é o culminar de uma série de ataques violentos por jogadores de futebol brasileiros aos aspectos positivos da epidemia. Nos últimos dias, já vimos a CBF defendendo a realização da Copa do Brasil, a polícia avistou Gabigol em um cassino e Muricy Ramalho, sem máscara, discutindo com os guardas em uma cidade litorânea de Bertioga.

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